Valor da Amizade para Idosos

Valor da Amizade para Idosos

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Ontem escrevi sobre Repúblicas para Idosos, e hoje quero falar sobre o Valor da amizade para Idosos ou pessoas da Terceira Idade.

A partir do meu ponto de vista, idoso é a pessoa com mais de 70 anos, como eu,  e velho quem está com mais de 80 anos. Terceira Idade de fato começa antes, aos 60 anos embora algumas pessoas digam que começa aos 65 anos. Mas isto depende muito do estado físico e psicológico das Pessoas.

Algumas pessoas parecem que nascem velhas ou aos 30 anos já têm aparência de velho e comportamento de idosos.

Pensei muito antes de escrever este texto, porque eu queria mostrar o quanto é importante a CONVIVÊNCIA SOCIAL (amizades) PARA AS PESSOAS DA TERCEIRA IDADE. Mas é assunto que exige um estudo maior, e também um conhecimento de psicologia e sociologia, o que está longe do meu alcance. No máximo consigo falar do que eu experimento em minha própria vida e o que observo nas pessoas que me cercam ou compreendo nas extensas pesquisas que faço.

ENTÃO, COMECEI A PESQUISAR E ACHEI QUE O MELHOR SERIA TRANSCREVER TRECHOS DO QUE DIZEM ESPECIALISTAS EM SUAS TESES, MONOGRAFIAS E SITES.

Encontrei vários textos inetressantes desde teses de universitários em universidades de renome, como textos de psicólogos formados, doutorados e outros.

Todos estes textos me mostraram que estou dispensada de falar sobre assunto tão delicado, como NECESSIDADES DE CONVIVÊNCIA DO IDOSOS, pois os doutores e estudiosos do assunto já falaram praticamente tudo, e que o mais interessante é EU APONTAR PARA VOCÊS os referidos textos para leitura mais adequada e no tempo que for possível para cada um.

Abaixo todos os trechos que copiei e colei com as respectivas anotações de links das fontes, sendo que para quem interessar poderá acessar o texto original e completo para continuar a leitura.

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Primeiro texto

O lazer é um termo que possui vários significados. Ele está associado tanto ao ócio, à despreocupação e ao descanso, como também ao prazer e ao divertimento, o que faz com que ele ocupe um importante papel na vida das pessoas de qualquer idade.

Para os idosos, o lazer é aquele momento onde estes podem alcançar um equilíbrio entre repouso, divertimento, recreação, distração e sociabilidade. E mais importante ainda é a construção de grupos de amizades.

 Além de aproveitar o tempo livre divertindo-se, os idosos obtém uma maior sociabilidade quando se permitem ter e fazer novos amigos. Um grupo é um espaço de desenvolvimento pessoal e de diversão.

Continuar lendo no link abaixo:

http://novohamburgo.org/site/queromais/colunistas/psicologia/2007/08/27/a_importancia_dos_grupos_de_amizades_na_terceira_idade/

Segundo Texto

Os idosos constituem um grupo bastante diversificado, que apresenta estilos de vida, oportunidades educacionais, situação econômica, expectativas, papéis sociais e fatores de personalidade diferentes para cada indivíduo. No envelhecimento ocorrem mudanças tanto físicas como sociais, o que traz consequências geralmente percebidas no âmbito da saúde dos idosos. Entre essas alterações as mais percebidas são aquelas relacionadas à rede de apoio social, por apresentarem uma tendência a diminuírem com o gradativo envelhecimento. De acordo com Freire et al. (2009), a rede social pessoal possibilita a pessoa uma estabilidade, confiabilidade e atividade, o que garante a manutenção da sua saúde e garante a proteção contra possíveis doenças

Há ligação entre contato social, apoio e longevidade para o idoso. Os idosos que mantém maior contato com amigos e familiares, provavelmente, vivam por mais tempo do que aqueles que se abstêm desses relacionamentos. É importante que a família proporcione ao idoso, alternativas de interação social, ampliando os contatos sociais, visto que estes promovem sensação de conexão e bem-estar, auxiliando na adaptação à fase de envelhecimento. “Se, por um lado, os vínculos familiares são sentidos como importantes mantenedores de segurança emocional, por outro, relações fraternas, sem grau de parentesco, reforçam a interação social” (ARGIMON; VITOLA, 2009, p. 29).

Texto de estudo de um grupo de pesquisadores da Universidade de Santa Cruz do Sul, RS – link para continuar leitura – abaixo

https://online.unisc.br/seer/index.php/barbaroi/article/viewFile/2931/2126

 

Terceiro texto

Segundo dados fornecidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), os idosos representam cerca de 10% da população geral. O censo de 2000 informou que, dos 169,5 milhões de brasileiros, 15,5 milhões têm 60 anos ou mais, sendo que projeções apontam um crescimento desse grupo populacional para 18 milhões até 2010 e 25 milhões até 2025 (IBGE, 2000). Diante da realidade de uma população cada vez mais envelhecida, evidencia-se a importância de garantir aos idosos não só uma sobrevida maior, mas, também, boa qualidade de vida.

O grupo de estudiosos da OMS, The WHOQOL Group, determina qualidade de vida como sendo a percepção do indivíduo de sua posição na vida, no contexto da cultura e sistemas de valores nos quais vive, e em relação aos seus objetivos, expectativas, padrões e preocupações. É um conceito amplo e complexo, que engloba a saúde física, o estado psicológico, o nível de independência, as relações sociais, as crenças pessoais e a relação com as características do meio ambiente (KUYKEN & ORLEY, 1994).

A capacidade de interagir socialmente é fundamental para o idoso, tendo em vista sua necessidade de conquistar e manter as redes de apoio social e garantir maior qualidade de vida.

Tais dados foram confirmados por Corrente et al (2005), os quais mostraram que 49% dos idosos relacionam qualidade de vida a um bom convívio social com os vizinhos e amigos, além de um estável relacionamento familiar, incluindo uma adequada criação e educação dos filhos e netos. Dessa forma, o apoio da família reduz o isolamento no tocante às condições debilitantes e de dependência.

Os relacionamentos entre amigos idosos são particularmente benéficos, porque são de livre escolha. Por isso, atendem com maior eficiência as necessidades afetivas 3 dos envolvidos. A qualidade desses relacionamentos é mais importante que a quantidade, quando se trata de relações sociais e de saúde física e mental (NERI, 2001).

http://www.unieuro.edu.br/sitenovo/revistas/downloads/farmacia/cenarium_01_importancia.pdf

Quarto texto

Compartilhar a vida de forma genuína se tornou um grande desafio em um período de hipervalorização da individualidade e de enfraquecimento dos laços afetivos. Ao estudar o sentimento de autoestima saudável descobre que está diretamente relacionado com o convívio interpessoal afetivo. Desde a infância a autoestima pode ser alterada dependendo de como for construída as relações de afeto ao decorrer da vida. Por isso as amizades têm uma importância inestimável neste sentimento. Observa-se que pessoas que tem bons vínculos de amizade tendem a ter uma autoestima mais saudável, um senso de eu mais adaptado para o convívio social, acadêmico e profissional. Amigos, além disso, propiciam bem-estar, asseguram saúde psíquica e prolongam a vida.

Pessoas sem amigos são sozinhas? Há varias razões para supor que assim é. Primeiro, parece plausível que uma pessoa que careça de amigos sofrerá problemas tanto sociais como psicológicos. A partir disso, é interessante perceber que há pessoas que carecem de amizades adequadas e se sentem sozinhas. Todavia, há também pessoas que não tem amigos e que não se sentem sós ou sofrem tanto. Essa última informação pode dar a ideia que não é importante ou necessário ter amigos. Mas na verdade, uma pessoa que não se sente só sem amigos é porque ou tem um problema de personalidade ou vive dependendo de outras pessoas.

QUESTIONÁRIO PROPOSTO NA LEITURA DO TEXTO
Pense antes de prosseguir o texto: Quantos amigos você tem? Quantos são seus verdadeiros amigos? Qual a importância deles na sua vida? Você costuma passar momentos agradáveis com eles? A quais grupos sociais você participa? Qual a diversidade deles? Você valoriza ou prioriza muito mais as obrigações que o convívio com os amigos?

No presente, o cultivo de boas amizades implica em qualidade de vida: menos estresse, ansiedade, depressão, problemas de saúde… Quanto maior a quantidade e qualidades de sua rede social de amigos, maior será a saúde física e emocional. Por conseguinte, maior será sua resiliência, maior será  a capacidade em lidar com o estresse, em se adaptar a situações adversas.

Um estudo da Harvard School of Public Health descobriu que a amizade faz bem ao coração dos homens mais velhos. Aqueles com uma maior rede social tem no sangue quantidades consideravelmente menores de uma molécula chamada interleucina-6 do que os mais solitários. Altas taxas de interleucina-6 são fator de risco para doenças cardíacas.

Texto do Psicólogo Reginaldo do Carmo Aguiar.

http://www.comportamentosaudavel.com.br/arte/como-bons-velhos-amigos

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TODO ESTE CONTEÚDO TEM A FINALIDADE DE JUSTIFICAR A NECESSIDADE QUE TEMOS DE VIVER EM GRUPO, NÃO SÓ POR ECONOMIA NO CUSTO DE VIDA COMO TAMBÉM PARA QUE TENHAMOS APOIO, AMIGOS QUE NOS ACEITAM, COMPREENDEM E PODEMOS CONFIAR.

Convido você para voltar a ler
http://terceiraidade-loja.com.br/republica-para-idosos/

http://terceiraidade-loja.com.br/custos-de-vida-do-idoso/

 

QUER PASSEAR – FAZER AMIGOS? VEJA A PAGINA DO BOMANI

Uma excelente alternativa de passeio em grupo e assessorado com segurança no ir e vir.

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Regina Celia de Souza  – 13 de fevereiro de 2016

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